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Resposta ao Correio Braziliense

Leia a íntegra da resposta enviada ao jornal Correio Braziliense nesta segunda-feira (08/04).

Nesta segunda-feira, dia 8 de abril, o jornal Correio Braziliense veiculou matéria que cita a situação das autogestões no cenário da saúde suplementar. A matéria em questão levanta dados inconsistentes acerca da Fundação e seu corpo gestor. Em resposta à notícia veiculada, a Assefaz encaminhou nota explicativa ao jornal, conforme apresentada abaixo:

“Prezados,

A respeito da notícia publicada no jornal Correio Braziliense, a Fundação Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda (Fundação Assefaz) esclarece que é incorreta a informação de que o presidente da Fundação Assefaz, Hélio Bernades, tenha se recusado a falar com o Correio, como afirma o texto. O presidente Hélio Bernades recebeu a jornalista Ana D’Angelo no dia 28/03, às 11h, em seu gabinete, para prestar os devidos esclarecimentos sobre o assunto. A conversa, que foi gravada pela jornalista, também foi presenciada pelo corpo técnico da Assefaz.

A Fundação destaca, ainda, que Hélio Bernades assumiu a presidência da Assefaz com cerca de R$ 18 milhões de recursos livres. As reservas da entidade fecharam o ano de 2012 em cerca de R$ 80 milhões, montante composto por reservas livres (em torno de R$ 45 milhões) e reservas técnicas (por volta de R$ 35 milhões). Também cabe ressaltar que o presidente Hélio Bernades iniciou sua gestão com R$ 20 milhões em caixa, e hoje esse número é de R$ 57 milhões.

Assim, um ano de exercício deficitário não deve resultar em uma avaliação negativa da gestão, principalmente quando o cenário apresenta contínuo aumento nos custos médios dos procedimentos e na frequência de utilização, acarretando crescimento da taxa de sinistralidade e gerando exercícios deficitários em grande parte das operadoras de autogestão (como aponta a própria matéria).

Quanto às afirmações referentes às despesas administrativas da Assefaz, que atualmente giram em torno de 19%, cabe ressaltar que, na gestão anterior, a taxa chegava a 30%. De qualquer forma, não há possibilidade de comparação com as despesas administrativas de outras autogestões, porque, além da manutenção das unidades administrativas de saúde, a Fundação Assefaz também mantém um amplo aparato social, que inclui mais de 30 Centros de Lazer espalhados pelo país.

Já os estudos e medidas internas de contenção começaram a ser postas em prática ainda no curso do ano de 2012, assim que foi iniciado o déficit. A União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas) convocou suas associadas na busca por mapear a elevação das despesas, ao mesmo tempo em que a Assefaz elaborava estudos internos e adotava medidas para contenção. Desde o início de 2013, a Fundação Assefaz vem registrando uma diminuição gradativa no déficit, com previsão de equilíbrio já para o mês de abril.

Por fim, a Fundação destaca que, ao contrário do que afirma o texto, o presidente Hélio Bernades não concorreu a cargo eletivo em Anápolis. Seu título é registrado em Pires do Rio (GO). Há outra pessoa com nome de grafia parecida (Hélio Bernardes), o que pode ter causado o erro de apuração. Na Fundação Assefaz não há vínculo partidário.

Atenciosamente,

Fundação Assefaz”