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SINDROME DE DOWN NÃO PEGA, CONTAGIA!

 

21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida porque a alteração genética ocorre com a presença de uma cópia extra no par de cromossomos 21 na célula de um bebê, por isso também é conhecida como Trissomia 21. Apontada pela primeira vez por Langdon Down, em 1866, as pesquisas assinalam que 1 a cada 800 crianças nascem com a Trissomia, mas mesmo assim há preconceito da sociedade.

Atualmente as pessoas com Síndrome de Down e seus familiares lutam pela inclusão, o que vem permitindo que jovens e adultos entrem na faculdade, no mercado de trabalho, se casem e realizem sonhos. Só que há muita informação desencontrada e que alimenta o preconceito. Portanto, para que possamos contribuir para promover as informações corretas, segue abaixo algumas explicações:

  • Síndrome de Down não é doença, mas uma alteração genética;
  • Qualquer mulher pode ter um bebê com Síndrome de Down. Nascem Downs brancos, negros, pardos, africanos, asiáticos, europeus, índios...;
  • A Síndrome de Down não pega. Também não possui níveis, como outras síndromes. O que difere o desenvolvimento e comportamento entre eles é o acesso às oportunidades, que devem ser proporcionadas incondicionalmente;
  • Essa condição genética resulta em algumas dificuldades na capacidade de uma criança em aprender em comparação com outras de sua idade, mas isso não significa que ele não vá aprender;
  • O acesso à estimulação precoce é fundamental para o desenvolvimento da criança, melhorando a qualidade de vida;
  • Algumas crianças apresentam hipotonia, problemas de audição e/ou visão; atraso no desenvolvimento intelectual e da fala; e cerca de 50% dos bebês nascem com cardiopatia e que são corrigidas ainda no primeiro ano de vida. Mas são questões pontuais e de saúde, a serem diagnosticadas e acompanhadas com visitas periódicas ao médico, além de acompanhamento com terapeutas, de maneira que não definem qualquer prognóstico;
  • Esse cromossomo extra traz um fenótipo e por isso eles podem parecer iguais, mas não são. Eles possuem personalidades únicas.

 

Fonte: Projeto Lorenzo Família Down