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ASSEFAZ debate sobre o mercado de saúde suplementar no I Fórum de Autogestões do DF

 

O presidente da Fundação Assefaz, Pedro Arake, participou, nesta quarta-feira, 04, do I Fórum de Autogestões em Saúde do DF, evento promovido pela União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas/DF) que debateu as novas tendências do mercado de saúde suplementar. Pedro Arake mediou o debate que reuniu nomes reconhecidos no setor de saúde, dentre eles, Paulo Ishibashi, diretor do Hospital Sírio Libanês; Paulo Curi, CEO Rede Ímpar; Mauro Oscar, do IAG Saúde, e Marcos Novais, economista-chefe da Associação Brasileira de Planos de Saúde - ABRAMGE.


As perspectivas para o setor de saúde suplementar e sustentabilidade das operadoras de planos de saúde no país dominou o debate, mas os palestrantes também expuseram sobre a qualidade do atendimento dos hospitais e os novos modelos de remuneração, bem como o aumento da competitividade, em especial, no mercado Brasiliense.


“A UNIDAS está de parabéns pela realização do evento, especialmente pelos temas escolhidos e pela qualidade dos debatedores. Vivemos um momento de repensar o mercado de saúde suplementar no país e o assunto se faz urgente e necessário, tanto para as autogestões como para os usuários de planos de saúde”, destacou Pedro Arake, ressaltando o caráter informativo e também educativo do evento.


Além do Presidente Pedro Arake, também participaram do Fórum, o conselheiro administrativo, Ozéas Oliveira; o gerente nacional de saúde da Fundação, Thiago Braga; a gerente nacional de administração e finanças, Ana Martha Valle; a coordenadora de auditoria interna, Sara Moreira; a ouvidora da Assefaz, Nádia Ferrão; Eva Rocha, consultora da Ecofaz; e João Moura, do setor de negociação.


Thiago Braga comentou a participação da Fundação no Fórum. “Coragem é a palavra que melhor define a atual gestão da Assefaz. A ela, acrescento ainda atitudes como planejamento e foco no beneficiário, porque, hoje, temos modelos de remuneração diferentes e isso já dá uma mensagem para o mercado de que estamos dispostos a contribuir com mudanças que são necessárias no atual cenário da saúde suplementar do país. O Fórum reforçou isso ao trazer temas assertivos com um alto nível de discussão, especialmente, porque saiu do campo das ideias para os exemplos práticos do que já se está fazendo no Brasil e em outros países”, destacou.


Já o Conselheiro Administrativo da Fundação, Ozéas Oliveira, destacou que o Fórum trouxe uma preocupação não só dos prestadores de serviço, mas, sobretudo, das empresas de autogestão. “Plano de saúde, hoje, é um investimento para o futuro e nós, como empresas de autogestão, não podemos prescindir desse privilégio de contribuir para a qualidade da informação e dos debates sobre o assunto”, pontuou.


O I Fórum das Autogestões aconteceu no auditório da Procuradoria Geral da Justiça Militar (PGJM) e reuniu um público de mais de 300 pessoas.