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Mais de 50% das mulheres da Fundação Assefaz estão em cargos de gestão

 

O Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 08 de março, anualmente traz diversas reflexões para a sociedade com assuntos de extrema importância, como a igualdade de gênero, equidade salarial e diversidade, temas cada vez mais discutidos, dentro e fora das empresas.

O público feminino representa 40% da população economicamente ativa do país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Porém, ainda ganham, em média, 20,5% menos que os homens e enfrentam desafios na progressão de carreira.

Além de ganharem menos, as mulheres trabalham mais dentro de casa por conta da dupla jornada, ou seja, afazeres domésticos e criação dos filhos. Uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), dos três últimos meses de 2019, apontou que as mulheres gastam 95% a mais de tempo com afazeres domésticos do que os homens.

O machismo e o excesso de tarefas domésticas refletem na dificuldade de ascensão das mulheres no mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, elas são minoria em cargos de chefia.

Já na Fundação Assefaz, a realidade é bem diferente. Hoje, 68% do quadro de funcionários, a nível nacional, é composto por mulheres e mais de 50% delas ocupam cargos de gestão na empresa.

A Presidente do Conselho de Administração da Fundação Assefaz, Gildenora Milhomem, atua hoje como umas das principais representantes do público feminino em cargos de liderança na instituição.

“A mulher tem conquistado cada vez mais seu espaço no mercado, com muita dedicação, responsabilidade e profissionalismo. Na Assefaz temos essa presença feminina nos Conselhos, Comissão de Ética e na Gestão da Fundação. Atualmente, tanto o Conselho de Administração quanto o Conselho Fiscal são presididos por mulheres, por isso, acredito que a mulher ao desempenhar vários papéis acabou desenvolvendo competências importantes para o sucesso profissional, dentre elas: a objetividade e facilidade na tomada de decisões; a minuciosidade na análise do tema sem perder a celeridade das entregas; a intuição feminina aguçada que facilita a inovação e implantação do novo; e sempre aberta a mudanças”, afirma Gildenora.